Seis segundos: a restrição que inspira a criatividade

Serão os seis segundos os novos 30 segundos na publicidade? Alguns acham que o formato é um “hype”, e vai passar. Outros dizem que nem é novidade, uma vez que as vinhetas de 5 segundos da TV Globo já existem há muito tempo. Há até festival de filmes de 5 segundos no YouTube.

gamefreaksnz:

Diablo III sells over 6 million in one week 
Blizzard Entertainment today announced that Diablo III has set a new all-time record for fastest-selling PC game.

gamefreaksnz:

Diablo III sells over 6 million in one week

Blizzard Entertainment today announced that Diablo III has set a new all-time record for fastest-selling PC game.

(via designstore)

Fonte: gamefreaksnz

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Futuro Jetsons: Aparelhos conectados vão se adaptar à rotina

Na semana passada, o especialista em tecnologia da revista Forbes, Eric Jackson, fez uma profecia controversa. Dizia que, talvez, em cinco anos, grandes nomes digitais como Google e Facebook podem perder completamente a importância. Parece alarmista, mas a tese de Jackson tem embasamento.

Ele diz que o Google era um típico site da web 1.0, quando o mais importante era a organização da rede. Em sua infância nos anos 90, a web já era composta de milhares de sites – longe dos bilhões atuais – e seu público ainda tateava em suas primeiras navegações. Era preciso que alguém facilitasse o rumo naquele primeiro momento – época em que todo site tinha uma seção de links recomendados, lembra? Foi a partir dessa necessidade que surgiram sites como o Yahoo (um diretório de sites) e a Amazon (que organizava as compras online). O Google foi o principal nome da última fase desta infância e resumia os anseios do cidadão digital oferecendo apenas um campo de busca. “O que você quer saber?”, parecia perguntar.

Veio em seguida a web 2.0, oferecendo ferramentas para as pessoas publicarem o que quisessem online, sem precisar saber nada de códigos ou linguagens de programação. Surgiram os blogs, os sites de hospedagem de vídeos e fotos, podcasts e outros megafones virtuais para ampliar o alcance do conteúdo produzido pelos usuários. E quando todos se perguntavam quem poderia se interessar em assistir a um vídeo feito sem muito cuidado ou ver fotos feitas com celular, surgiram as redes sociais, que responderam à pergunta mostrando que os consumidores dos conteúdos gerados por pessoas comuns eram elas mesmas, em nichos. Foi nesse território que surgiu o segundo maior site da década , o Facebook.

Mas, do mesmo jeito que o Google patina para entrar na camada social dominada pelo Facebook, a rede social também pasta na hora de conseguir se transferir para a internet móvel. Todo aplicativo do site feito para funcionar em dispositivos portáteis ficam muito aquém da experiência em desktops ou laptops. Segundo Jackson, eis o problema do Facebook. Do mesmo jeito que o Google não conseguiu – apesar de todas as tentativas – entrar na era da web 2.0, o Facebook também não conseguirá entrar na web 3.0, que, segundo ele, é a web em que os celulares e smartphones são os principais dispositivos de acesso.

Permita-me discordar. Primeiro porque a web 2.0 está essencialmente associada à mobilidade. Não apenas de tablets e celulares, mas também de computadores portáteis. Fotos são tiradas pelo celular e compartilhadas em diferentes redes sociais quase que simultaneamente. Os protestos (Primavera Árabe, Occupy, entre outros) que vimos no ano passado foram protagonizados por celulares e câmeras portáteis, não por desktops.

Discordo também do fato de a web 3.0 ser a internet móvel. O que convencionou-se chamar de web 3.0 é a tal web semântica, que entende o que seu usuário quer e oferece exatamente aquilo que ele precisa. Assim, se a web 1.0 perguntava o que você queria, a web 2.0 traz o que você quer sem mesmo que você saiba que queira (pense na quantidade de assuntos que conheceu graças a links de amigos no Facebook). A web 3.0 facilitaria isso ainda mais – e você nem perceberia que está entrando na internet ao receber tais informações.

Eis meu ponto: a web 3.0 não é de computadores e celulares, mas de todos os aparelhos da sua casa, que, aos poucos, conectam-se à internet. Primeiro a TV, e depois logo virá o rádio, o carro, a cozinha e tudo que puder ser conectado. Não é simplesmente um navegador que, a partir de seus hábitos online, lhe entrega o que você nem sabe que está procurando e, sim, um futuro dos Jetsons – sem o carro voador. Você acorda e em dez minutos a água do banho está esquentando. E logo que você desliga o chuveiro, a cafeteira começa a preparar seu café. A web 3.0 nos desconecta de aparelhos, por completo.

Mas concordo em um ponto com Jackson: o Google desta web 3.0 ainda não surgiu. E pode sim tornar Google e Facebook obsoletos em pouco tempo.

Alguém quer criar comigo o novo #Facegle?


Matéria publicada dia 06/05/2012
Por Alexandre Matias

Redação Publicitária - A Prática na Prática - Zeca Martins

Livro de Redação Publicitária. Recomendo a todos que almejam ser redatores!

Super Bowl 2012 Commercials: Watch Them All Here

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Stop Sopa

Fonte: Mashable

Clique aqui para deter o mais novo tratado à liberdade da Internet

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Um novo acordo global, ACTA, poderá permitir que as corporações policiem o que fazemos na Internet. Na última semana, conseguimos, com sucesso, adiar os projetos de lei de censura nos EUA - se agirmos agora, poderemos fazer o Parlamento Europeu enterrar esse tratado - Inclua sua voz!

Dia de apagão - clique para salvar a Internet

Salve%20a%20Internet%20-%20a%20press%C3%A3o%20est%C3%A1%20funcionando%21
Impeça o Congresso dos EUA de assumir o poder sobre a censura da Internet do mundo. Milhões de pessoas assinaram a petição e adiamos a votação da semana que vem — agora vamos acabar com essas leis de uma vez por todas. Assine agora e compartilhe com todos!

Dia de apagão - clique para salvar a Internet

Apag%C3%A3o%20--%20Salve%20a%20Internet%20Hoje
Hoje podemos impedir que Congresso dos EUA aprove uma lei que lhes dá poder para censurar a internet do mundo. A pressão popular está aumentando, e estamos virando o jogo. Vamos assinar a petição e impedir essas leis, salvando a Internet livre!


ATENÇÃO!
Um Infográfico para ajudar os vendedores.
Como as cores afetam as compras?

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Um Infográfico para ajudar os vendedores.

Como as cores afetam as compras?

Fonte: blog.concorrenciacriativa.com.br

Fast Food Cerebral!

Fast Food Cerebral!

1ª Peça publicitária no Photoshop - (Remake capa Rolling Stones)

1ª Peça publicitária no Photoshop - (Remake capa Rolling Stones)

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Coisas de Publicitário

Publicitário não come, degusta o produto. Publicitário não cheira, sente a fragrância. Publicitário não toca, examina o design. Publicitário não dá a resposta, cria outra pergunta. Publicitário não conquista, persuade. Publicitário não tem destino, tem target. Publicitário não ouve barulho, ouve ruído. Publicitário não fala, envia mensagem verbal. Publicitário não procura endereço, procura praça. Publicitário não escuta, decodifica a mensagem. Publicitário não tem idéia, tem brain storm. Publicitário não recebe resposta, recebe feedback. Publicitário não tem memória, tem repertório. Publicitário não lê, decifra o código textual. Publicitário não pergunta, faz pesquisa. Publicitário não ouve música, ouve trilha sonora. Publicitário não tem lista, tem mailing. Publicitário não copia, se inspira. Publicitário não vê outdoor, vê mídia exterior. Publicitário não dirige, faz test-drive. Publicitário não falece, é seu ciclo de vida que chegou ao fim.”

(de alguém que não fui eu)

Welcome to my World!

Welcome to my World!

drawnblog:

(via MONSTER BRAINS: Hedorah and Godzilla - Anatomical Paintings)

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(via MONSTER BRAINS: Hedorah and Godzilla - Anatomical Paintings)

Fonte: monsterbrains.blogspot.com