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Futuro Jetsons: Aparelhos conectados vão se adaptar à rotina

Na semana passada, o especialista em tecnologia da revista Forbes, Eric Jackson, fez uma profecia controversa. Dizia que, talvez, em cinco anos, grandes nomes digitais como Google e Facebook podem perder completamente a importância. Parece alarmista, mas a tese de Jackson tem embasamento.

Ele diz que o Google era um típico site da web 1.0, quando o mais importante era a organização da rede. Em sua infância nos anos 90, a web já era composta de milhares de sites – longe dos bilhões atuais – e seu público ainda tateava em suas primeiras navegações. Era preciso que alguém facilitasse o rumo naquele primeiro momento – época em que todo site tinha uma seção de links recomendados, lembra? Foi a partir dessa necessidade que surgiram sites como o Yahoo (um diretório de sites) e a Amazon (que organizava as compras online). O Google foi o principal nome da última fase desta infância e resumia os anseios do cidadão digital oferecendo apenas um campo de busca. “O que você quer saber?”, parecia perguntar.

Veio em seguida a web 2.0, oferecendo ferramentas para as pessoas publicarem o que quisessem online, sem precisar saber nada de códigos ou linguagens de programação. Surgiram os blogs, os sites de hospedagem de vídeos e fotos, podcasts e outros megafones virtuais para ampliar o alcance do conteúdo produzido pelos usuários. E quando todos se perguntavam quem poderia se interessar em assistir a um vídeo feito sem muito cuidado ou ver fotos feitas com celular, surgiram as redes sociais, que responderam à pergunta mostrando que os consumidores dos conteúdos gerados por pessoas comuns eram elas mesmas, em nichos. Foi nesse território que surgiu o segundo maior site da década , o Facebook.

Mas, do mesmo jeito que o Google patina para entrar na camada social dominada pelo Facebook, a rede social também pasta na hora de conseguir se transferir para a internet móvel. Todo aplicativo do site feito para funcionar em dispositivos portáteis ficam muito aquém da experiência em desktops ou laptops. Segundo Jackson, eis o problema do Facebook. Do mesmo jeito que o Google não conseguiu – apesar de todas as tentativas – entrar na era da web 2.0, o Facebook também não conseguirá entrar na web 3.0, que, segundo ele, é a web em que os celulares e smartphones são os principais dispositivos de acesso.

Permita-me discordar. Primeiro porque a web 2.0 está essencialmente associada à mobilidade. Não apenas de tablets e celulares, mas também de computadores portáteis. Fotos são tiradas pelo celular e compartilhadas em diferentes redes sociais quase que simultaneamente. Os protestos (Primavera Árabe, Occupy, entre outros) que vimos no ano passado foram protagonizados por celulares e câmeras portáteis, não por desktops.

Discordo também do fato de a web 3.0 ser a internet móvel. O que convencionou-se chamar de web 3.0 é a tal web semântica, que entende o que seu usuário quer e oferece exatamente aquilo que ele precisa. Assim, se a web 1.0 perguntava o que você queria, a web 2.0 traz o que você quer sem mesmo que você saiba que queira (pense na quantidade de assuntos que conheceu graças a links de amigos no Facebook). A web 3.0 facilitaria isso ainda mais – e você nem perceberia que está entrando na internet ao receber tais informações.

Eis meu ponto: a web 3.0 não é de computadores e celulares, mas de todos os aparelhos da sua casa, que, aos poucos, conectam-se à internet. Primeiro a TV, e depois logo virá o rádio, o carro, a cozinha e tudo que puder ser conectado. Não é simplesmente um navegador que, a partir de seus hábitos online, lhe entrega o que você nem sabe que está procurando e, sim, um futuro dos Jetsons – sem o carro voador. Você acorda e em dez minutos a água do banho está esquentando. E logo que você desliga o chuveiro, a cafeteira começa a preparar seu café. A web 3.0 nos desconecta de aparelhos, por completo.

Mas concordo em um ponto com Jackson: o Google desta web 3.0 ainda não surgiu. E pode sim tornar Google e Facebook obsoletos em pouco tempo.

Alguém quer criar comigo o novo #Facegle?


Matéria publicada dia 06/05/2012
Por Alexandre Matias

Redação Publicitária - A Prática na Prática - Zeca Martins

Livro de Redação Publicitária. Recomendo a todos que almejam ser redatores!

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Stop Sopa

Fonte: Mashable


ATENÇÃO!
Um Infográfico para ajudar os vendedores.
Como as cores afetam as compras?

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Um Infográfico para ajudar os vendedores.

Como as cores afetam as compras?

Fonte: blog.concorrenciacriativa.com.br

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Você já imaginou como seria a vida “normal”das pessoas se elas descobrissem que estão sendo vigiadas o tempo todo?

Pois este Infográfico mostra muito bem isso, como o gigante de buscas Google e a mais utilizada rede social trabalham com as nossas informações e com lidam com a nossa privacidade.

Pagina inicial do Google sob efeito da gravidade, ja viu isso?

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Twitter já disponibilizou para todos os usuários sua nova home, bem mais limpa e atrativa do que a convencional. A nova interface foi anunciada na semana passada, quando a rede implantou seu novo serviço de busca. Porém com os problemas que levaram instabilidade à rede social por mais de 22 horas, a disponibilização geral demorou mais um pouco.
O que mais chama a atenção, no entanto, não é somente a reformulação estética, mas sim a de postura. A descrição que o Twitter traz em sua página principal demonstra um ar mais amadurecido, de quem cresceu e está firme com os pés no chão. O antigo lema inicial “o que você está fazendo?” cede lugar ao “siga os seus interesses”. Há quem diga que a mudança é uma tentativa de se parecer com o Facebook. Há quem ache que era hora de crescer.
Outra prova de que a rede social está crente em sua consolidação é a possível compra do aplicativo TweetDeck, programa cliente que traz um nível mais profissional e diferenciado no controle de diversas redes sociais, entre elas o próprio Twitter. Aliás, há ainda os relatos de que a rede social de microblogs recusou ofertas do Facebook e do Google, este último ofertando 10 bilhões de dólares.
Os relatos são da revista Fortune, que comenta que o motivo desse grande interesse seria o potencial que o Twitter tem para crescer. Apesar da receita do Twitter ter sido de 45 milhões de dólares com receita publicitária frente ao 1,86 bilhão do Facebook, por exemplo, essa rede tem tudo para continuar sendo cobiçada, já que o Google começa a demonstrar consciência sobre o massacre que a rede de Zuckerberg exerce contra o Orkut
Quem andou cogitando também foi a Microsoft, segundo a revista, mas não teria feito nenhuma proposta após a grande instabilidade que se instaurou na rede quando houve a troca no sistema de buscas. Os problemas que o Twitter enfrenta ainda são constantes e impedem um maio proveito da rede, até mesmo pelo lado de investimentos publicitários. 
(Fonte: blogmídia8)

The 1000 most-visited sites on the web

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Muito bom esse site!

humor Google + Karaoke = Googleoke

http://www.googleoke.com.br/

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Class Of 2011: If Social Media Were a High School

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Depois de receber o investimento da Goldman Sachs, o Facebook só tem a comemorar. A rede social, que estava em 3o lugar, ultrapassou a Amazon e foi avaliada como a 2a empresa de internet mais valiosa do mundo, atrás apenas do Google, de acordo com a Bloomberg. A diferença entre o 1o e o 2o lugar, contudo, ainda é grande - o Google está avaliado em USD 192 bilhoes, enquanto o Facebook agora tem valor estimado de USD 82,9 bilhoes. A notícia é do Übergizmo

7 coisas que o Google não censura mas deveria

7 coisas que o Google não censura mas deveria

The Bermuda Triangle of Productivity

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